MAS ONDE RESIDE A
"ASSINATURA REGINA
PICOLI" NESTA OBRA
PARISIENSE?
"Na escolha de um ângulo e perspectiva inusitada," afirma a artista, e,
crucialmente, em "infundir sentimentos e emoções específicas na cena." A
atmosfera do entardecer busca transmitir "nostalgia, romance, que se
alinha com sua identidade artística." Para Regina, cada pincelada é uma
expressão única. "Ao abraçar a complexidade da 'Dama de Ferro' e da
vida," ela conclui, "não só crio arte, mas também narro histórias que
transcendem o tempo, deixando minha paixão guiar cada detalhe."
A Torre Eiffel de Regina Picoli, portanto, é mais do que uma representação
fiel; é um encontro de almas – a da artista com a do ícone, a do Brasil com
a da França, provando que a verdadeira arte sempre encontra uma nova
luz para revelar, uma nova emoção para despertar.
Com essa obra, Regina Picoli nos oferece mais do que um quadro: nos
oferece um refúgio visual, uma lente para enxergar Paris com o coração.
Sua Torre Eiffel é, ao mesmo tempo, uma homenagem à beleza estrutural
e uma carta de amor à capacidade humana de criar com rigor e
sentimento. Na tradição dos grandes realistas, ela nos lembra que o
extraordinário mora no detalhe, que a grandeza pode ser contida numa
pincelada, e que a arte — assim como o ferro da torre — é feita para durar.
A Dama de Ferro, sob o olhar de Regina, respira. E pulsa.