ArtNow Report - Ed. 08 - Port

MAS ONDE RESIDE A

"ASSINATURA REGINA

PICOLI" NESTA OBRA

PARISIENSE?

"Na escolha de um ângulo e perspectiva inusitada," afirma a artista, e,

crucialmente, em "infundir sentimentos e emoções específicas na cena." A

atmosfera do entardecer busca transmitir "nostalgia, romance, que se

alinha com sua identidade artística." Para Regina, cada pincelada é uma

expressão única. "Ao abraçar a complexidade da 'Dama de Ferro' e da

vida," ela conclui, "não só crio arte, mas também narro histórias que

transcendem o tempo, deixando minha paixão guiar cada detalhe."

A Torre Eiffel de Regina Picoli, portanto, é mais do que uma representação

fiel; é um encontro de almas – a da artista com a do ícone, a do Brasil com

a da França, provando que a verdadeira arte sempre encontra uma nova

luz para revelar, uma nova emoção para despertar.

Com essa obra, Regina Picoli nos oferece mais do que um quadro: nos

oferece um refúgio visual, uma lente para enxergar Paris com o coração.

Sua Torre Eiffel é, ao mesmo tempo, uma homenagem à beleza estrutural

e uma carta de amor à capacidade humana de criar com rigor e

sentimento. Na tradição dos grandes realistas, ela nos lembra que o

extraordinário mora no detalhe, que a grandeza pode ser contida numa

pincelada, e que a arte — assim como o ferro da torre — é feita para durar.

A Dama de Ferro, sob o olhar de Regina, respira. E pulsa.