ANA CRIS BEN CRÊ
QUE, EM TEMPOS DE
ALGORITMOS, A ARTE
GENUÍNA SERÁ O
ÚLTIMO ABRIGO DA
ALMA.
Não precisa ser perfeita — basta ser verdadeira. E é assim, entre a
maternidade, a advocacia e a criação, que ela nos lembra: há beleza no
simples, há força no sensível, e há dignidade em cada ser que habita este
planeta.
Os temas que a movem são a beleza das pequenas coisas esquecidas na
correria, a urgência da proteção ambiental que ecoa a fragilidade do
planeta, a defesa dos direitos fundamentais que anseia por dignidade e,
sobretudo, o vasto oceano das emoções humanas que clama por
acolhimento. Sua obra é um convite silencioso e colorido para que o
espectador encontre nesses fragmentos de mundo um espelho de si
mesmo, um lembrete da teia invisível que nos conecta a todos e a tudo.
Em sua jornada, Ana nos oferece mais que quadros — oferece refúgios.
Pequenas ilhas de cor e emoção onde é possível descansar os olhos e
reacender a alma.