ArtNow Report - Ed. 08 - Port

ANA CRIS BEN CRÊ

QUE, EM TEMPOS DE

ALGORITMOS, A ARTE

GENUÍNA SERÁ O

ÚLTIMO ABRIGO DA

ALMA.

Não precisa ser perfeita — basta ser verdadeira. E é assim, entre a

maternidade, a advocacia e a criação, que ela nos lembra: há beleza no

simples, há força no sensível, e há dignidade em cada ser que habita este

planeta.

Os temas que a movem são a beleza das pequenas coisas esquecidas na

correria, a urgência da proteção ambiental que ecoa a fragilidade do

planeta, a defesa dos direitos fundamentais que anseia por dignidade e,

sobretudo, o vasto oceano das emoções humanas que clama por

acolhimento. Sua obra é um convite silencioso e colorido para que o

espectador encontre nesses fragmentos de mundo um espelho de si

mesmo, um lembrete da teia invisível que nos conecta a todos e a tudo.

Em sua jornada, Ana nos oferece mais que quadros — oferece refúgios.

Pequenas ilhas de cor e emoção onde é possível descansar os olhos e

reacender a alma.