O fascínio de Luiza Sella pelo mundo artístico é um brilho constante em sua vida, criando
seu caminho e nos levando juntos em uma viagem envolvente através de suas criações
que a alma. Com uma paleta diversificada de experiências e técnicas, Luiza ultrapassa
rótulos convencionais, transformando obras em narrativas ricas e profundas. Sua arte é
uma fonte inesgotável de inspiração.
Para esta edição especial França, a essência da luz e seus efeitos na natureza que Luiza
tanto explora ganhou uma nova fase e experiência em seu estilo de pintar, inovando
através da série "Vaso de Flores". Não são apenas representações literárias, mas "Vasos de
Flores" interpretados por sua linguagem mais expressiva e impressionista
A inspiração veio dos Jardins de Monet em Giverny. Como ela descreve, "Depois de admirar
os Jardins de Monet, minhas pinturas de Flores fluíram naturalmente, de forma espontânea
como se eu estivesse ainda sentindo a atmosfera do lugar". A experiência daquele lugar
não foi apenas visual, mas sensorial e emocional, transbordando para a tela de forma
fluida.
Essa espontaneidade poética dialoga diretamente com seu fascínio pelo "Estilo
impressionista", que ela considera "encantador". Luiza é "fascinada pelas pinceladas
expressivas e pelas misturas das cores puras e vibrantes que criam formas sem contornos
definidos, capturam a luz natural representada nas cenas diárias da natureza". Em suas
obras de flores, percebe-se tal admiração – não na forma figurativa de Monet, mas na
forma como as cores e as texturas (as "pinceladas expressivas") interagem sem contornos
definidos para evocar a luz, a atmosfera e a própria sensação dos jardins. Inspirada pelos
"grandes mestres impressionistas", Luiza busca fundar em suas obras a mesma "liberdade
interpretativa singular" que eles, à sua maneira, proporcionaram, convidando o observador
a uma "jornada de descoberta e autoexpressão".
Nesta edição especial da ArtNow Report, dedicada à França, as obras de Luiza Sella vão
além da pintura. São ecos de uma viagem que ultrapassa a geografia e alcança o
território das emoções. Fragmentos de Giverny renascem sob sua paleta como
experiências sensoriais, onde cada cor e cada gesto carrega a intenção de não apenas
representar flores, mas de fazer-las florescer também dentro de quem observa.